domingo, 29 de dezembro de 2013

A lei produz vida, o pecado produz morte

"Antes, eu vivia sem a lei, mas quando o mandamento veio, o pecado reviveu, e eu morri. Descobri que o próprio mandamento, destinado a produzir vida, na verdade produziu morte." (Romanos 7:9-10, NVI)

Quem morreu foi Paulo [e não a lei]. Teve consciência de seu pecado [ao encontrar-se com Jesus no caminho para Damasco] e percebeu que estava condenado à morte. Quem o condenou? [...] A lei. Deus não deu a lei para matar os seres humanos. Estabeleceu-a para que, conhecendo o mal que mata, eles pudessem viver. [...] O pecado é sempre um engano. Como o mandamento condenava o pecador à morte, o pecado, enganando o ser humano, o fez entrar nele e, valendo-se da condenação do mandamento, o matou. Mas, apesar desse engano, o objetivo do mandamento continua sendo a vida do ser humano, porque "a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom" (Romanos 7:12). — Mario Veloso. Romanos: Comentário bíblico homilético, p. 117

Vale ressaltar que a palavra "vida" em Romanos 7:10 (grego "zōē") é a mesma que aparece em João 14:6, utilizada pelo apóstolo amado para descrever as palavras do próprio Cristo ao afirmar que Ele é "o caminho, e a verdade, e a vida". Sobre esta vida, veja os slides abaixo: