quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Não há desculpa para a cegueira voluntária

"Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez coisas dignas de reprovação levará poucos açoites. Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão." (Lucas 12:48)

Ninguém será condenado por não fazer caso da luz e do conhecimento que nunca teve e não pôde obter. Muitos, porém, recusam obedecer à verdade que lhes é apresentada pelos embaixadores de Cristo, porque desejam acomodar-se ao padrão do mundo, e a luz que penetrou no seu entendimento, a luz que resplandeceu na alma, condená-los-á no juízo.

Os que têm oportunidade de ouvir a verdade, mas não se esforçam para ouvi-la ou compreendê-la, pensando que, se não a ouvirem não serão responsáveis, serão considerados culpados perante Deus, como se a tivessem ouvido e rejeitado. Não haverá desculpa para os que preferem continuar no erro, quando poderiam compreender o que é verdade. Em Seus sofrimentos e morte, Jesus fez expiação por todos os pecados de ignorância, mas não foi tomada nenhuma providência para a cegueira voluntária.

Não seremos considerados responsáveis pela luz que não atingiu nossa percepção, mas pela luz a que resistimos e que rejeitamos. Um homem não poderia compreender a verdade que nunca lhe foi apresentada, e não pode, portanto, ser condenado pela luz que nunca teve.

(Ellen G. White. Eventos Finais, p. 217-218)