segunda-feira, 27 de maio de 2013

Não nos envergonhamos de Jesus

"Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego." (Romanos 1:16)

Os que possuem realmente a religião de Jesus, não se envergonharão da cruz nem temerão carregá-la perante os que têm mais experiência que eles. Caso almejem fervorosamente andar direito, desejarão todo auxílio que possam obter dos cristãos de mais idade. De boa vontade serão por eles ajudados; os corações que se acham aquecidos pelo amor de Deus, não serão entravados por bagatelas na carreira cristã. Falarão daquilo que o espírito de Deus opera no interior. Cantarão isto, orarão sobre isto. É a falta de religião, a falta de vida santa que torna os jovens tardios. Sua vida os condena. Sabem que não vivem como os cristãos devem viver, por isto não têm confiança em Deus, nem na igreja.

É bom falarmos da misericórdia e longanimidade de Deus, e da incomparável profundeza do amor do Salvador. Nossas palavras devem ser expressões de louvor e ações de graças. Se o coração e a mente estiverem cheios do amor de Deus, isso será revelado na conversação. Não nos será difícil transmitir aquilo que experimentamos na vida espiritual.

Nunca vos envergonheis de vossa fé; nunca sejais encontrados ao lado do inimigo. “Vós sois a luz do mundo.” (Mateus 5:14). Vossa fé deve ser revelada como verdade preciosa, verdade que todos devem e precisam ter se querem ser salvos. Devemos pelejar a boa peleja da fé, e estarmos resolutos, “inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor”. (1 Coríntios 15:58).

A influência espontânea e inconsciente de uma vida santa é o mais convincente sermão que se pode fazer em prol do cristianismo. O argumento, mesmo quando seja irrespondível, pode só provocar oposição; mas o exemplo piedoso tem um poder a que é impossível resistir completamente.

(Ellen G. White. A fé pela qual eu vivo, p.149)